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Victor Hugo

Victor Hugo é o autor de "Os miseráveis" e "O Corcunda de Notre Dame", entre outras obras famosas. Filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em 26 de fevereiro de 1802, na França, em Besançon, mas passou a infância em Paris. Em 1819, ainda com 17 anos de idade, fundou, com os seus irmãos, uma revista, o Conservateur Littéraire e, no mesmo ano, ganhou o concurso da Académie des Jeux Floraux, instituição literária francesa. Aos 20 anos publicou "Odes e Poesias Diversas", mas foi o prefácio de sua peça teatral "Cromwell" que o projetou como líder do movimento romântico na França. O período 1829-1843 foi o mais produtivo da carreira. Seu grande romance histórico, "Notre Dame de Paris" - mundialmente conhecido como "O Corcunda de Notre Dame", de 1831, o conduziu à nomeação de membro da Academia Francesa, em 1841. Criado no espírito da monarquia, o escritor acabou se tornado favorável à democracia liberal e humanitária. Foi eleito deputado da Segunda República, em 1848, apoiou a candidatura do príncipe Luís Napoleão, mas se exilou após o golpe de Estado que este deu em dezembro de 1851, tornando-se imperador. Hugo condenou-o vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un Crime". Durante o Segundo Império, em oposição a Napoleão 3o, viveu em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. Foi um dos poucos a recusar a anistia decidida algum tempo depois. A morte da sua filha, Leopoldina, afogada por acidente no Sena, junto com o marido, fez com que o escritor se deixasse levar por experiências espíritas relatadas numa obra "Les Tables Tournantes de Jersey" (As Mesas Moventes de Jersey). A partir de 1849, Victor Hugo dedicou sua obra à política, à religião e à filosofia humana e social. Retornou à França em 1870 e reatou sua carreira política, sendo eleito primeiro para a Assembléia Nacional, e mais tarde para o Senado. Morreu em 22 de maio de 1885 e, de acordo com seu último desejo, foi enterrado em um caixão humilde no Panthéon, após ter ficado exposto sob o Arco do Triunfo por vários dias. Os arquivos da época informam que cerca de 2 milhões de pessoas participaram do cortejo fúnebre. Uma de suas frases célebres é: "A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é; ou, mais corretamente, de ser amado apesar daquilo que você é."

 

Fonte: www.educação.uol.com.br/biografias

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